quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

O Aborto

Seria de notável falta de senso comum e de objectividade, se não concordasse que se fizesse uso da ciência para reduzir o número de nados vivos com deficiências, utilizando mesmo o aborto em casos que o médico o reconheça justificado.
A mortalidade infantil noutros tempos, seria muitíssimo superior há de hoje. Isso deve-se e ninguém deve discordar por certo, à evolução da ciência médica, no nobre esforço dos médicos, pautado num dos valores essenciais da sua ética, que é a Preservação da VIDA desde os primeiros momentos do ser vivo, e os primeiros minutos de um feto, são os primeiros minutos de uma nova vida.
Os abortos que aumentam as estatísticas, não são estes! São aqueles, fruto dos descuidos (promiscuidade), em que os homens e mulheres, mais jovens ou não, mergulham, sem dignidade, vergonha e auto-estima, como diversão e com a mesma facilidade com que tomam uma bebida, vão ao cinema, jogam ao lencinho ou dão um pé de dança!
Aborto por gravidez “acidental” sempre os houve! O que está errado é a pouca importância que se dá ao “acidental” e ao que lhe deu origem. Tornando-o (o aborto) algo vulgar e normal com a sua legalização, sem estarem justificados os factores de risco, quer para a saúde futura, da futura criança (desculpas pela redundância) quer para a saúde da futura mãe.

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